Aqui não tem AI…nda

Ando em um frenesi de postagens, o que pode levantar suspeitas quanto ao meu uso de AI. O que quero me apressar em negar e esclarecer.

Imagem do teclado e tela iluminada de  um laptop à noite.
Imagem: pexels.com

Começo esclarecendo que esta nota deve ser entendida em tom de blague e que não tenho nenhum tipo de preconceito contra seu uso. De fato eu uso AI pessoalmente em meu trabalho de desenvolvimento de sistemas e não poderia estar mais satisfeito. Ela diminuiu para duas semanas o que eu levaria quatro meses para fazer; me livrou, talvez para sempre, de ter que fazer o ‘boilerplate’, que geralmente é a dor hemorroidal de todo desenvolvedor. Me ajuda no design e produção de grafismos diversos.

Diminuiu também, em muito, minha necessidade contratar três ou quatro pessoas com diploma universitário.

Mas ainda não a emprego em tarefas criativas de base. Para este blog, do qual andei desalentado por meses, embora nunca tenha deixado de postar pelo menos um artigo por mês, exceto em dezembro passado – eu tenho muito material. Se você procurar nos arquivos verá que, no início, quando entrei com tudo, eu postava todo dia. Hoje, quando quero variar meu tempero eu sempre busco traduzir algum material interessante, de uma língua que eu conheça, e é óbvio que eu uso translation para adiantar o trabalho. Mas o resultado final, passado a limpo, continua sendo pessoal e único, e minha alma está ali sempre.

Sei que meus assuntos são chatos, mas vivemos da e para a tecnologia, e alguém tem que falar sobre eles no Brasil, do jeito que eu falo; um jeito que respeita a inteligência de quem lê; um jeito não contaminado pelo estilo industrial fake-firula-mamãe-quero-bolo do complexo das redes sociais e da velha mídia, cada vez mais surreal e fora de contexto.

Eu também já disse que, no início, o que motivou a manter um blog foi a possibilidade de ter este tipo de informação que eu trago, que mistura aspectos técnicos com questões de princípios.

O que me traz ao assunto paralelo de que, cansado de apanhar, estou pensando em reorientar o estilo e escrever um material um pouco mais curto e mais frequente. Pretendo explorar também a possibilidade de tornar a escrita mais intimista, no estilo “fluxo de consciência”. Isso não é uma certeza. Vamos ver…

Para ser bem franco este blog tem sido um fracasso e o que faço é em respeito aos poucos que ocasionalmente me dão sua atenção. Com este blog me sinto falando para o vazio, como o personagem (o correto é dizer “a” personagem) de Will Smith em “Eu Sou a Lenda”. Ao me aventurar no bloguismo, depois de uma vida curtindo — de fora — a blogosfera anglófona, não pensei que a Internet pt_BR estivesse tão rarefeita de inteligência.

Em outra nota, estou lançando o site de minha seara empreendedora [o post específico será depois, mas por favor, sejam minhas convidadas e convidados >> triforma.com.br] nesta semana e planejo fazer um blog lá também. Tenho certeza de que será um sucesso – diferente de wordpress.com, lá eu tenho controle do meu servidor e do domínio canônico [onde wordpress.com nos trai a todos, o que pode ser tema de futuro post]. Terei muito material para comentar e compartilhar aqui com o vazio.

Vox Leone in the blind

End of transmission

Robôs por Toda Parte!

Eu dou como certo, hoje em dia, que muitos estejam interagindo com a AI generativa sem nem perceber.

Foto de um micro robô humanóide agitando o café em uma chícara gigante.
Imagem: pexels.com

Já é suficientemente complicado que você possa estar conversando com a mesma pessoa disfarçada de outra, utilizando várias contas. No entanto, a GenAI está ultrapassando todos os limites ao facilitar a manipulação de narrativas apenas com a criação contínua de bots. Esse é um problema significativo para todas as redes sociais, e creio que a única forma de avançar é implementar alguma forma de validação da humanidade do usuário.

Tenho refletido sobre como a IA impactará as plataformas de “conteúdo” suportadas por anúncios, como YouTube, Facebook, Twitter e sites de entretenimento adulto. Minha previsão é que, à medida que o conteúdo gerado por IA se torne mais sofisticado, ou pelo menos mais convincente, essas plataformas não apenas permitirão, mas adotarão de braços abertos esse tipo de conteúdo. Inicialmente, talvez haja resistência, mas, com certeza, isso ocorrerá gradualmente e, eventualmente, se tornará a norma.

É bem conhecido que o crescimento e a sustentabilidade desses sites dependem de atrair a atenção humana e mantê-la. Atualmente, isso se manifesta em algoritmos que analisam o comportamento individual e o nível de engajamento de cada usuário, utilizando esses dados para otimizar a experiência e manter a audiência conectada — alguns poderiam até chamar isso de vício, alimentado por dopamina.

Os sites de namoro já dominam essa prática há bastante tempo. Nesses ambientes, os bots são parte integrante do modelo de negócios e já atuam assim há mais de duas décadas. A lógica é simples: eles prometem unir usuários a pessoas reais, mas, na verdade, oferecem uma galeria de bots e anúncios. Esses bots são programados para interagir de maneira convincente, evitando, a todo custo, que dois usuários reais se encontrem. Afinal, quando um site de namoro combina pessoas efetivamente, ele perde clientes.

Espero estar enganado, mas vejo que as plataformas de conteúdo social seguirão um caminho similar. Elas podem concluir que usuários que apreciam vídeos de mulheres em trajes de banho pulando em trampolins podem agora, com as ferramentas disponíveis por toda a Internet, simplesmente gerar conteúdo ilimitado, ajustando os parâmetros das imagens e vídeos com base em preferências percebidas: idade, tipo físico, cor e tamanho do bikini, e assim por diante. As plataformas por certo se empenharão ainda mais, e garantirão diversidade suficiente para que o usuário não fique entediado a ponto de procurar outras opções.

E isso não estará limitado apenas ao conteúdo passivo. Discussões políticas e temas polêmicos — o coração pulsante das redes sociais — poderão, em breve, ser gerados por LLMs, com o objetivo de incitar reações. Imagine rolar a tela alegremente e se deparar com o comentário mais desinformado e absurdo que já leu. Você sabe muito bem que a pessoa por trás daquele comentário não mudará de opinião, mas mesmo assim se sente compelido a responder, pelo menos para alertar outros sobre o perigo daquela linha de pensamento, na esperança de salvar uma alma. Então, você clica em “Responder”, mas antes de digitar sua resposta, precisa assistir a um anúncio de 15 segundos de um site de apostas.

Mas, claro, o comentário nunca foi genuíno. Você, as apostas e o seu dinheiro, isso sim é real.

Vaidade das Vaidades: O Mapa Mundi do Boné de Bobo (ca. 1585)

Um geógrafo chamado Abraham Ortelius produziu em 1570 um maço encadernado de cinquenta e três mapas. Foi o primeiro atlas global e se tornou um best-seller.

Imagem do Mapa Mundi do Boné de Bobo.
Imagem: Public Domain Review

Ortelius o intitulou Teatro do Mundo. Poucos anos depois, Jean de Gourmont sobrepôs essa “projeção de Ortelius” — o globo achatado em um oval — no rosto de um bobo da corte: uma “imago mundi” retratada como um festim de tolos.

E uma ou duas décadas depois disso, um artista desconhecido fez a gravura em chapa de cobre apresentada acima, com base em seu precursor em xilogravura. O Polo Sul está mais ou menos na posição do queixo, e Bornéu à direita [do leitor], perto da maçã do rosto. Este Mapa Mundi do Boné de Bobo se tornou uma das imagens mais amplamente reproduzidas do início da era moderna, embora ninguém possa dizer precisamente o que significa. O tolo representa nosso mundo, os esforços vãos de seus habitantes? Ou a futilidade da cartografia em si: suas presunções de completude, a busca por terra nullius? Talvez esses dois bobos da corte estejam ambos presentes ali, ao mesmo tempo.

As citações espalhadas pelo mapa dizem respeito principalmente ao significado mundano. Encontramos, inscritas à esquerda da figura em um “cartuche” flutuante, três respostas à vida na Terra, atribuídas, respectivamente, a Demócrito de Abdera, Heráclito de Éfeso e Epictônio Cosmopolita. Você pode “rir” de seus absurdos (deridebat); “chorar” sobre seu estado (deflebat); ou, como com o criador deste mapa, “retratar” suas propriedades (deformabat, uma palavra cuja etimologia talvez reconheça como toda representação cartográfica também é uma deformação). À medida que nossos olhos percorrem os outros textos [clique neste link para ver a imagem em resolução máxima ], encontramos citações que abrangem os polos do estoicismo e do pessimismo: de “conhece a ti mesmo” a uma pergunta que evoca o chapéu e os sinos do bobo da corte: “Quem não tem orelhas de burro?” Abaixo do mapa, há uma frase de Eclesiastes numerando os tolos no mundo como “infinitos”; no bastão, há um trecho que ecoa o Salmo 39: “Todas as coisas são vaidade, para todo homem vivente”. E na testa do tolo, lemos: “ó cabeça, digna de uma dose de heléboro”. O heléboro era uma planta medicinal associada à purgação e, portanto, boa para restaurar o equilíbrio dos humores. Era usada para tratar muitas coisas — flatulência, lepra, ciática —, mas o público do satirista teria associado essa planta à insanidade. Mas qual cabeça é diagnosticada aqui exatamente? Habitantes do mundo que buscam conhecimento global? Ou aqueles que o vendem na forma de mapas?

Na época em que este chapéu de tolo foi criado, os mapas estavam gradualmente se tornando cada vez mais onipresentes e úteis. Novos mapas estavam sendo continuamente desenhados e impressos, coletados e padronizados, e integrados a várias profissões. A maravilha e a arrogância dos mapas faziam parte do éter cultural; Os Ensaios de Montaigne são enquadrados como um diário de viagem do eu interior, e os personagens de Shakespeare repreendem a ambição cosmográfica. E, no entanto, a cartografia ainda estava em sua infância. O tamanho da Antártida e a localização da Austrália permaneceram desconhecidos para os europeus; a capacidade de calcular a longitude no mar tinha apenas décadas. Os mapas ainda não eram totalmente ferramentas do imperialismo, ou motores da navegação global, ou a infraestrutura burocrática do racismo. É difícil evocar um momento em que as pessoas comuns desconfiavam de mapas, quando o impulso de mapear parecia estranho, vagamente suspeito — ou mesmo, como o satirista poderia sugerir, uma manifestação de loucura. Há quanto tempo isso foi, e quão enterrado. As preocupações de um bobo da corte, por mais legítimas que fossem, eram facilmente ignoradas. “Vaidade das vaidades”, ele suspira. “Tudo é vaidade”.

Texto por Sasha Archibald e Hunter Dukes

https://publicdomainreview.org/collection/fools-cap-map-of-the-world/

Tradução: Eraldo Marques (VL)

Lamento (para) a Pátria

Porque hoje é o Seu dia. 🔥

Arte sobre imagem de Jesse Allen e Robert Simmon, Domínio Publico, via Wikimedia Commons

Não há mais tempo pra revoluções
Não há razão pra sonhar
Tanta fumaça, barulho, balas, caixões
Estamos suspensos no ar

E no fundo, aqui
viver e morrer são coisas muito banais
as estrelas no céu são todas iguais
(nenhuma)

O jeito é
se defender dos golpes sujos do mundo
sempre aprendendo a conviver

Com muita fumaça
muito barulho
Muita fumaça
muito barulho

Entre Xandão e Xitter, sou mais amigo das VPNs

Aproveitando a celeuma causada pelo affair STF versus X/Twitter, vou tecer breves comentários – desapaixonados, para uso de estudantes pesquisando a Internet – na tentativa de destacar a importância das VPNs, abordando sua utilidade e legitimidade, algumas vantagens e desvantagens.

Imagem deum  laptop acessando uma vpn
Imagem – Pexels.com

Não vou escrever sobre provedores de serviço específicos no corpo da postagem, mas estou aberto a perguntas na seção de comentários, onde poderei dar uma ou duas sugestões pessoais, sem compromisso, aos leitores interessados.

Liberdade e privacidade – O dilema digital moderno

Em uma era em que cada clique e cada tecla podem ser rastreados, manter a privacidade online se torna imperativo. As VPNs oferecem uma solução robusta para esse dilema, criptografando sua mensagem e mascarando seu endereço IP. Essa criptografia impede que olhares curiosos — sejam eles ISPs, hackers ou até mesmo entidades governamentais — monitorem suas atividades online. Para aqueles que vivem em países com censura rigorosa na internet, as VPNs se tornam uma tábua de salvação, permitindo que os usuários contornem firewalls restritivos e acessem informações livremente.

Garantindo a liberdade de expressão

Um dos argumentos mais convincentes a favor das VPNs é seu papel em garantir a liberdade de expressão. Em regiões onde expressar opiniões divergentes pode ter consequências terríveis, as VPNs fornecem uma ferramenta crítica para contornar a censura. Elas permitem que os usuários acessem informações globais sem restrições, capacitando assim os indivíduos a expressar seus pensamentos e opiniões sem medo de retaliação.

Ao rotear o tráfego da internet por meio de servidores em diferentes países, as VPNs ajudam os indivíduos a contornar as restrições locais e acessar plataformas e conteúdos bloqueados em seu próprio país. Essa capacidade não apenas promove a liberdade de expressão, mas também um discurso global mais aberto e inclusivo.

Uso Corporativo

No mundo corporativo, VPNs são indispensáveis ​​para garantir acesso remoto seguro, eficiente e flexível aos recursos da empresa. À medida que as empresas adotam cada vez mais modelos de trabalho híbrido e remoto, as VPNs fornecem uma solução crítica para manter a segurança e a produtividade.

  • Acesso Remoto Seguro

As VPNs permitem que os funcionários se conectem com segurança às suas redes corporativas de praticamente qualquer lugar. Isso é especialmente crucial à medida que as empresas adotam arranjos de trabalho remoto e híbrido. Ao criptografar dados transmitidos entre funcionários remotos e a rede corporativa, as VPNs protegem informações confidenciais de possíveis interceptações e ameaças cibernéticas. Isso garante que os dados confidenciais da empresa permaneçam seguros, mesmo quando acessados ​​por redes públicas não seguras.

  • Proteção de Dados Aprimorada

Além de proteger conexões remotas, as VPNs desempenham um papel significativo na proteção da integridade dos dados. Ao rotear o tráfego da Internet por túneis criptografados, as VPNs protegem contra violações de dados e acesso não autorizado. Isso é vital para proteger a propriedade intelectual, as informações do cliente e outros dados comerciais confidenciais de possíveis ataques cibernéticos.

  • Controle de acesso e flexibilidade

As VPNs também aumentam a flexibilidade operacional ao permitir que os funcionários acessem sistemas internos, aplicativos e recursos como se estivessem fisicamente presentes no escritório. Essa integração perfeita oferece suporte à produtividade e à colaboração, permitindo que as equipes trabalhem efetivamente em diferentes locais. Além disso, as VPNs facilitam o gerenciamento de controles de acesso, garantindo que apenas pessoal autorizado possa acessar recursos de rede específicos.

Vantagens de usar VPNs

  • Segurança aumentada

As VPNs oferecem benefícios substanciais de segurança. Ao criptografar seu tráfego de internet, elas protegem informações confidenciais de ameaças potenciais. Isso é particularmente crucial ao usar redes Wi-Fi públicas, que são os criadouros para criminosos cibernéticos em sua sanha de interceptação de dados. As VPNs atenuam esses riscos criando um túnel seguro para as atividades online.

  • Anonimato e privacidade

O anonimato é um recurso essencial das VPNs. Ao mascarar seu endereço IP, as VPNs tornam significativamente mais desafiador para sites e anunciantes rastrear seu comportamento online. Essa camada adicional de privacidade pode ajudar a reduzir anúncios direcionados e evitar práticas de coleta de dados que muitos consideram intrusivas.

  • Acesso a conteúdo restrito

Outra grande vantagem das VPNs é sua capacidade de contornar restrições geográficas. Esteja você viajando para o exterior ou simplesmente procurando acessar conteúdo disponível apenas em regiões específicas, as VPNs permitem que você se conecte a servidores em diferentes países, concedendo acesso a uma gama mais ampla de conteúdo e serviços. Esse recurso é particularmente útil para serviços de streaming, onde as bibliotecas de conteúdo variam de acordo com a região geográfica.

Desvantagens e considerações

  • Velocidades reduzidas

Embora uma VPNs ofereça vários benefícios, ela pode às vezes afetar a velocidade de conexão. Essa lentidão ocorre porque os dados precisam viajar por servidores adicionais, o que introduz a chamada latência. A extensão da redução de velocidade depende de vários fatores, incluindo a qualidade do serviço VPN e a distância entre você e o servidor.

  • Não é uma panaceia

Nenhuma pessoa razoável deve crer em panaceias, e as VPNs não são uma. Embora elas melhorem a segurança online, elas não são uma cura para todos os males. Por exemplo, elas não protegem contra ataques de phishing, ou contra malware. É necessário, portanto, complementar o uso de VPN com outras práticas de segurança, como empregar senhas fortes e ter cautela com links e anexos suspeitos – enfim, coisas que sabemos desde os primórdios da Internet mas temos uma formidável resistência em implementar.

  • Considerações legais e de legitimidade

O uso de VPNs é legal e no Brasil e na maioria dos países ocidentais, mas há exceções. Em algumas regiões, usar uma VPN pode ser contra a lei ou pode ser restrito em circunstâncias específicas. Além disso, embora as VPNs em si sejam ferramentas legítimas, nem todos os provedores de VPN são criados iguais. É essencial escolher um provedor respeitável que mantenha uma política rigorosa de não retenção de registros e empregue padrões de criptografia fortes. Alguns serviços de VPN menos escrupulosos podem comprometer sua privacidade registrando dados do usuário ou mesmo vendendo-os a terceiros.

O mundo depende das VPNs

Concluindo, as VPNs não são apenas um luxo tecnológico, mas uma ferramenta fundamental na era digital. Elas oferecem segurança avançada, protegem a privacidade e garantem a liberdade de acesso às informações. Embora haja desvantagens, incluindo potenciais reduções de velocidade e considerações legais, os benefícios gerais das VPNs as tornam um ativo valioso para qualquer pessoa preocupada com privacidade e liberdade online.

À medida que a tecnologia evolui, o cenário da privacidade e segurança digital também evoluirá. O futuro das VPNs provavelmente verá avanços em protocolos de criptografia, interfaces mais amigáveis e maior integração com outras ferramentas de segurança. Além disso, à medida que a conscientização global sobre questões de privacidade digital cresce, as VPNs terão um papel cada vez maior desempenhar na defesa e proteção da liberdade de expressão e dados pessoais.

Recursos

VPN – Wiki

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_Privada_Virtual

O que é uma VPN

https://br.norton.com/blog/privacy/what-is-a-vpn

Redes Privadas Virtuais

https://www.gta.ufrj.br/ensino/eel879/trabalhos_vf_2015_2/Seguranca/conteudo/Redes-Privadas-Virtuais-VPN/Arquitetura-VPN.html